Não costumo procurar no Google o título ou o tema que eu posto aqui no blog, mas dessa vez eu precisava ver se existiam pessoas que concordavam comigo. rs E nada... A única coisa que eu consegui achar com ‘Deus’ e ‘romantismo’ na mesma frase foram alusões a um Deus romântico. Embora, fora da rede, eu conheça pessoas que partilham da mesma crença. Deus é nosso pai, nosso amigo, nosso senhor... Mas não é nosso cônjuge!!! Existe romantismo de um cônjuge para o outro, existe romantismo entre casais... Pelo menos eu nunca ouvi falar em amizade romântica, paternidade romântica, fraternidade romântica... e assim por diante!
O grande problema é que muitos confundem romantismo com amor... O que é totalmente diferente. O romantismo, na verdade, é totalmente ligado à paixão. Tanto que quando a paixão acaba, geralmente, o romantismo também (e estão aí milhares de mulheres que não me deixam mentir). Mas quando há amor, a expressão corriqueira desse sentimento não está ligada ao romantismo, porque até mesmo atos que outrora seriam românticos agora são, na verdade, atos de amor. Bom, pode ser que eu pense assim por Deus nunca ter chegado à minha porta com flores e bombons, ou então recitado poesias enquanto eu via uma bela paisagem ao pôr-do-sol...
Pra mim o romantismo expressa a parte bonitinha do amor, fazendo coisas para agradar o outro... E o amor expressa cuidado, correção, amizade, compaixão, companheirismo... Não só o que agrada o outro, mas o que, de alguma forma, o faz crescer!
De qualquer forma, não consigo imaginar um Deus romântico. Consigo ver, sentir e amar um Deus amoroso... Que cuida de mim como nenhum outro pai jamais poderia cuidar!!
Um jantar a luz de velas com nosso pai é romântico? Mas o mesmo jantar com nosso cônjuge, sim. Passear na beira da praia de mãos dadas com a mãe é romântico? Entretanto, passear de mãos dadas na beira da praia com nosso 'amor' o é. Posso cantar 'Sozinho' do Caetano ou 'My heart will go on' para qualquer pessoa e pode até ficar sem sentido, mas romântico será se eu cantar para ele, para o meu ele.
Que as situações expressam amor, isso não tenho dúvidas, mas não são as duas que expressam romantismo!











25 comentários:
Ainda não havia pensado por esta perspectiva!^^
Que bom que o amor que Deus tem por nós não é romântico, pois o romantismo acabaria com o tempo.
http://princesas-de-deus.blogspot.com/
Isso também explica porque tanta gente se desvia
ao primeiro sinal de que Deus também é justiça(não cega).
Ótimo texto!
Paz
Que entrada tan linda!!!!
un abrazo
Temos que desmitificar a Deus, que foi o que a maioria das religiões fizeram.
Pelo que me consta Ele gostaria que o considerássemos um amigo:. É com os amigos que contamos, que confidenciamos, mais até que com nossos pais.
Acho justa a comparação (que aliás, foi-me dita por Ele no livro Conversando Com Deus).
Seu texto está ótimo. Falar Dele e das coisas do Espírito, sempre é bem vindo..
Abrçs.
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Salutari din Romania !
Bárbara,em parte você tem razão!
Mas eu acho que ser romântico é um estado de espírito.
Tem pessoas que amam profundamente alguém e não são românticas!
Um romântico é um romântico ,independendo de estar com alguém!
Ninguém torna-se romântico por que se apaixonou por alguém.Ser romântico,não está atrelado a receber ou dar flores....essa é minha opinião!!
Dar flores ,na maior parte das vezes,é galanteio,um mimo!
O romântico ,sempre vê um lirismo diferente nas coisas de quem não o é !
A verdadeira definição do amor estão nos verso de
Luiz Vaz de Camões :
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;....;......;....
Creio eu que uma reunião de amigos,um luar bonito e um violão,torna o momento romântico!
Um abraço,
Rosana
Bom dia amore tudo bom??
Coloquei postagem no blog vai lá rsrsr.
Bjs
Adorei o blog,e estou seguindo!
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Fique com Deus!
Beijão!
É sermos realistas Barbara, não é todo mundo que entende e nem resolve tudo, ele nos consola nas horas difíceis.....bjks...Gil
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Barbara pode soar bobagem, mas está tocando agora na nova brasil FM Sozinho de Caetano e ri muito por que estava lendo o seu post. Meu você é muito esperta adorei você.
Vou te seguir.
Tenho dois blogs um eu falo desse lance de amor e romantismo o outro eu falo de desejo e sedução te convido a dar um olhadinha nos dois.
Abraço
Walter
Oi Barbara! De fato, Deus não tem nada de romântico... aliás, este é um tema que deveria ser bem mais discutido. Existem muitas formas de se entender um Deus. Em meio à tantas religiões e crenças onde cada uma define como Deus é ao seu modo, diz o que Ele gosta ou não, ficamos meio perdidos. Afinal, Deus é "bondade e compaixão" como dizem alguns, ou será um "tirano carrasco" sob a máscara de um justiceiro como definem outros? É um tema difícil de ser tratado, pois mexe com os ânimos de muitos e nos traz pudores para falar o que realmente pensamos. Deus criou o homem à sua imagem e semelhança ou o homem criou um Deus (tão imperfeito quanto nós humanos)- como disse Ferreira Gullar - para dar sentido à vida, porque a vida em si não tem sentido? Podem parecer palavras de alguém "de mal com a vida", mas tenho certeza que essas perguntinhas reinam na cabeça de muita gente que não tem coragem de "afrontar" a ditadura religiosa imposta pelos "bons de alma", aqueles que acreditam ganhar o reino dos Céus algum dia. Rezando pela cartilha deles, certamente meu cantinho no inferno está garantido... vou encontrar muitos deles por lá.
Abs
Genial esse post, que reflexão!!!!
Bj
Bom, achei sensato, tem coerência.
Abraço forte,.
wagner
http://1novonascimento.blogspot.com
Moça já parou pensar na dimensão do amor de Deus para consco. Eles nos ama de maneira tremenda ... esse amor é com paixão...sabe aquele sentimento queremos está com a pessoa o tempo todo. E Deus tem um amor muiito diferente do nosso que é carnal é um amor sem interesse puro e totalmente sincero
Muiito lindo seu blog!
Estamos te seg, seg a gente!
http://ideiaoquadrado.blogspot.com/
Bjuss
@IlmaraaRibeiro
A fé é certeza o romantismo sentimento. Nosso Deus é amor e também justiça. Gostei muito do texo. Deus abençoe!
Conheça também meu blog.
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Será um prazer receber sua visita.
Oi flor !!!
Ameii seu blog ele é super fofo e já estou te seguindo e se tiver um tempinho passa lá no meu é sobre cabelos e se gosta me segue tbm...
Beijos *-*
perfeitabeleza.blogspot.com
Oie, olha que aula sobre romantismo e amor, adoroooo! confesso que é comploicado quando saber o momento de chamar o amor de paixão a a paixão de amor, ams agora ja estou mais ligada, amei, tudo aki.
com carinho
Hana
Estive lendo seu artigo, gostaria de lhe parabenizar. AS pessoas precisam entender que Deus é Deus.
Leia matéria em meu blog de como utilizar a arte para criar uma consciência de preservação do patrimônio histórico material e imaterial. Caso Município de Senador Pompeu, Ceará. Leia, comente e divulgue:http://www.valdecyalves.blogspot.com/
Olá!
Através dos nossos blogs, falamos ao mundo e já não somos uma ilha e nossa voz se irradia para consciência coletiva de toda a humanidade. Não deixe de Ler matéria e ver fotos em meu blog de como utilizar a arte para criar uma consciência de preservação do patrimônio histórico material e imaterial. MANTER VIVA A MEMÓRIA É UMA QUESTÃO DE IDENTIDADE, UM DIREITO HUMANO. Ainda de estar convidad@ para audiência pública, que se realizará sábado, dia 28/08/2010, nos Casarões da Barragem, onde houve o Campo de Concentração da Seca de 32, em Senador Pompeu, Ceará. Leia, veja, comente e divulgue:
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Cara (se é que eu tenho a liberdade pra te chamar assim), eu vejo de uma perspectiva diferente, entendo o seu ponto de vista, mas acho que existe o bom e o mal romantismo. Tipo assim, o romantismo é um traço natural, que leva um indivíduo a um extremo ou a outro. No caso divino, o clímax foi o extremo dEle se humilhar por nós. Primeiro, porque Ele deixou a sua Glória e se fez homem (louco!). Segundo, por ter chegado ao extremo de morrer por nós, e da pior maneira, a mais humilhante. Se isso não for romântico, eu não sei mais o que é... A não ser que estamos aqui falando de um romantismo mundano, né? Mais aí eu não entendo, porque eu TAMBÉM não vejo novela, saca?
Paz de Cristo, mana!!!!!
A imutabilidade de Deus faz supor sua IMPASSIBILIDADE. Isso quer dizer que ele é sem “paixões” — emoções ou sentimentos. Os crentes menos atentos rapidamente protestarão contra dizer que Deus não tenha emoções, visto a Bíblia parecer revelar um Deus que experimenta estados emotivos tais como tristeza, alegria e ira (Salmo 78.40; Isaías 62.5; Apocalipse 19.15).
Os proponentes da impassibilidade divina explicam que as passagens que parecem atribuir emoções a Deus são antropopatismos. A oposição então protesta que isso é querer invalidar o ensino óbvio da Escritura por relegar a antropomorfismo ou antropopatismo tudo que não se queira associar a Deus. Mas tais oponentes da impassibilidade que são de outro modo ortodoxos em suas crenças prontamente aceitam aquelas referências bíblicas como antropomórficas que atribuem a Deus partes corporais tais como mãos e olhos. Portanto, não se deve tirar antropomorfismo ou antropopatismo do pensamento como explicação válida sem boa razão.
Dizer que Deus experimenta emoções de uma maneira similar a dos seres humanos parece incorrer em muitas contradições:
Um homem torna-se irado contra sua vontade no sentido de que não escolhe ficar daquele jeito, nem escolhe experimentar o que o levou à cólera, mas dado seu presente estado mental e desenvolvimento de caráter, o “gatilho” incita essa emoção nele contra sua preferência. O mesmo aplica-se a experiências humanas de alegria, medo e tristeza. Ainda que se possa desenvolver um notável nível de autocontrole pelo poder santificador da Escritura e do Espírito Santo, permanece o fato de que a vontade e a
emoção de alguém não mantém um relacionamento harmônico. Um estado emocional de uma pessoa não é sempre exatamente o que ela quer ou decide ser.
Contudo, o que foi dito acima não pode ser verdadeiro acerca de Deus mesmo se ele tivesse de experimentar emoções, visto que tal falta de autocontrole contradiz sua soberania, imutabilidade e onisciência. Por exemplo, que Deus sabe de tudo e assim não possa ser “surpreendido” elimina certos caminhos da experiência das emoções. Assim, só a onisciência já faz com que algumas emoções sejam impossíveis, ou pelo menos os
meios ou razões para experimentá-las. Se minhas ações podem entristecer ou irritar a ele do mesmo modo que com um ser humano, então quer dizer que eu posso fazer com que Deus se entristeça ou se irrite a hora que quiser. Por outro lado, se minhas ações podem produzir nele alegria de uma maneira similar àquela com um humano, significa então que sou capaz de levá-lo à alegria pelo meu querer. Dessa forma, poderia eu exercitar
uma medida de controle sobre Deus mesmo, o que contradiz sua soberania e imutabilidade.
Podemos, por conseguinte, afirmar alguma forma de impassibilidade divina. Se Deus é entristecido por nossos pecados, é somente porque ele quer ser entristecido por eles, e não devido ao seu estado mental estar além de seu controle ou sujeito a nossa influência. Pelo menos nesse sentido e até esse ponto, podemos afirmar que Deus não possui paixões. Mesmo se Deus tivesse emoções, estariam elas sob seu completo controle, e nunca comprometeriam qualquer de seus atributos conhecidos.
Os cristãos em algumas culturas são mais ligeiros ao defender o papel das emoções, seja em Deus ou no homem, porque foram influenciados pela moderna psicologia, e não apenas porque se recusam a aceitar a explicação de que as descrições bíblicas de Deus como tendo emoções são antropopatismos. Uma discussão sobre a natureza das emoções ajudar-nos-á a melhor entender como elas se relacionam a Deus e ao homem.
Muito bom o post... Gostei muito do conteúdo do blog. Parabéns.
E essa charge no final do texto... rs...d+
T+ Abraço
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Um beijinho pra você e que Deus te abençoe PODEROSAMENTE! Espero que tenha gostado!!